O que não se pode explicar aos normais

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Pensamos que tudo de errado acontece com os outros, erramos, vivemos o lado imperfeito daquilo que somos, falhamos.

há tanto por trás desses olhos, esses malditos olhos castanhos. queria poder sondar a verdade que brota na tua alma e sentir o que te movimenta. bailar no compasso, no verdadeiro compasso do teu coração. a vida tem nos pressionado, eu entendo. mas, e quanto ao desejo pela liberdade, já cessou? as minhas mãos ainda são as mesmas e os meus pés ainda permanecem no mesmo lugar. longe de mim fazer julgamentos, porque na pele que habito vivo abarrotado das mesmas sacadas e tiradas necessárias para um jogo perfeito. nessa terra de gigantes eu sofro, tal como você, de uma terrível anomalia e sou o menor dentre todos eles. por isso, na próxima vez que teus olhos mirarem nos meus, retire a máscara (mesmo que só pra mim) e esteja despido de seus temores, esteja despido de seus temores e me ame…